
Em 2014, com um discurso de libertar o Maranhão dos mandos e desmandos do Grupo Sarney, os comunistas chegaram ao poder. Promessas mirabolantes como tirar o estado dos baixíssimos índices sociais e combater a miséria instalada em território maranhense compuseram o discurso do governador eleito na ocasião, Flávio Dino, feito da sacada do Palácio dos Leões.
E assim, durante sete anos, comunistas conduziram os destinos do Maranhão, sem que nada de novo e de melhor acontecesse. Nem mesmo a badalada promessa de construção da ‘Rodovia dos Presidentes’, estrada que deveria ligar os municípios de Presidente Vargas a Presidente Juscelino, saiu do discurso.
Apenas um implacável domínio sobre quase tudo e quase todos, nas mais importantes áreas. Mas o tempo passou e a vez dos comunistas também se foi. Talvez isso tenha acontecido por causa da falta de compromisso e pelo clima de perseguição implantado no chamado “período da foice e martelo”.
Desde 2022, quando o governador Carlos Brandão foi reeleito, o Maranhão vem tentando varrer esse ranço comunista, mas não é coisa muito fácil de fazer. Para isso, foi necessário Brandão imprimir sua marca, bater o pé no chão e a mão na mesa.
Esse comportamento levou seus opositores, muitos deles instalados no governo, tentarem de todas as maneiras desestabilizar a gestão Carlos Brandão. Essa tentativa desenfreada, fruto do inconformismo de já não mandarem como antes, é feita por meio de denúncias sem fundamento, apenas no afã de retomar o poder.
Mas nada que possa comprar a vontade popular. E a vontade popular foi feita nas eleições de 2022 e deve ser repetida no ano que vem. Tudo depende do eleitor…
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