Pedro Lucas integra comitiva do Brasil para o Japão e Vietnã

O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (UNIÃO/MA), líder do União Brasil na Câmara dos Deputados, irá compor a comitiva liderada pelo presidente Lula que realizará uma visita para prospecção de negócios ao Japão e ao Vietnã.

A viagem inicia neste sábado (22) e tem previsão de retorno no dia 29 de março. A visita tem como objetivo principal fortalecer os laços diplomáticos e comerciais entre o Brasil e os dois países asiáticos.

O Japão, que em 2025 completa 130 anos de relações diplomáticas com o Brasil, é um dos maiores investidores estrangeiros no país, com investimentos estimados em US$ 35 bilhões nos últimos três anos.

Setores como automotivo, materiais elétricos e siderurgia são algumas das áreas beneficiadas por essa parceria.

Um dos principais pontos da agenda no Japão será a negociação para abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira, uma demanda histórica que o Brasil tenta consolidar desde 2005.

Atualmente, o Japão importa cerca de 70% da carne bovina que consome, totalizando aproximadamente US$ 4 bilhões ao ano.

Além disso, estão previstas discussões para avanço em um acordo comercial entre o Japão e o Mercosul, além de iniciativas de cooperação nas áreas de energia renovável e parcerias público-privadas.

“O Brasil tem uma importante missão nesta viagem, firmar parcerias econômicas com o Japão é fundamental para ampliar os negócios do nosso país com a Ásia. O Maranhão, como um importante estado agrícola e que possui o Porto do Itaqui, que já registra consideráveis exportações para países asiáticos, poderá ser beneficiado nos acordos que serão firmados.” destacou o deputado Pedro Lucas.

No Vietnã, a comitiva brasileira buscará elevar o status do país asiático para Parceiro Estratégico do Brasil, o que fortaleceria o comércio bilateral e ampliaria a cooperação em diversos setores.

O Vietnã é o quinto maior consumidor de produtos agropecuários brasileiros. Além do fortalecimento do comércio, a visita ao Vietnã também pretende impulsionar acordos nas áreas de defesa, agricultura e energia, aproveitando o avanço do país asiático em setores de alta tecnologia, como a produção de semicondutores.

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