
Apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) no Maranhão aparentam ter “jogado a toalha” e desistido da campanha no estado em que deu 68,84% dos votos válidos ao presidente Lula (PT) nas eleições presidenciais de 2022.
O próprio presidente do PL no Maranhão, Josimar Maranhãozinho, não esboçou nenhum tipo de reação para tentar mudar esse quadro, e cresce a possibilidade de Bolsonaro encolher ainda mais no Maranhão.
Em contrapartida, o governador Carlos Brandão (PSB) e o senador eleito Flávio Dino (PSB) têm feito verdadeira pregação para mobilizar os aliados do líder petista, de modo que eles saiam a campo em ações efetiva de pedir votos.
Dino, por exemplo, durante fala no comando do PT em São Paulo, mostrou a pele do rosto escurecida explicando que a mudança de cor “é sol quente nas caminhadas por todo o Maranhão”.
Josimar já teve seus entraves com Bolsonaro, que antes da eleição pediu a destituição de Maranhãozinho do comando do PL no estado.
Talvez esse seja o motivo do deputado federal reeleito não mover uma pedra para ajudar o presidenciável.
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